#3. Meu primeiro trabalho voluntário

O primeiro dia trabalhando na Pousada da Lavra já começou com uma surpresa. Às 8h subi para tomar aquele café da manhã reforçado, quando cheguei na cozinha, descobri que os gatos (ou os cachorros) da Pousada, tinham roubado os pães que deixamos lá na noite anterior… Ou seja, foi café da manhã só com café (feito pelo Cau) mesmo!

Pois bem, bora trabalhar… logo cedo já recebi a primeira tarefa do Cau: rastelar todo o mato que ele tinha cortado no dia anterior… fui rastelando tudo , abrindo caminho e também aproveitando para conhecer melhor a fazenda, que é enorme!

Fiquei umas 2 horas sozinho por ali, liguei uma de minhas playlists no Spotify e fiquei viajando em muitas coisas, minha cabeça estava borbulhando nos mais diversos pensamentos: alguns momentos pensava o quanto a viagem que eu estava “planejando” há 2 meses atrás estava acontecendo, outros pensava sobre o quanto estava longe de casa ou então o quanto estava calor mesmo…

Enfim, ter uma nova experiência de vida aliada com uma viagem era algo que eu queria muito e isso estava acontecendo.

Andando pela fazenda, descobri essa roda d’água!
Um dos pedaços da fazenda a ser rastelado

 

Limpando a piscina

Além de rastelar a fazenda, ajudei o Cau com outras demandas: amarrar cordas nas plantas, limpar o jardim perto do restaurante, dentre outras coisas. Lembro que uma delas em específico foi um tanto quanto desafiadora: Limpar a piscina da sede da fazenda!

Na verdade foi um pedido do Marco, o dono da pousada. Fazer aquilo deu um certo trabalho, pois o ralo da piscina era acima do nível do chão, ou seja, não bastava abri-lo para esgotar a água, foi preciso entrar na piscina e tirar a água restante por meio de várias “baldadas”. O José Augusto me mostrou como ele fazia e comecei a tirar toda aquela água excedente, depois disso passei um esfregão e esperei a piscina secar para dar o acabamento final.

O engraçado foi que alguns dias depois, eu estava comentando com o Welerson, que é o outro dono da fazenda, sobre o “gênio” que projetou aquela piscina daquele jeito e ele falou: “fui eu!”

Depois daquele momento um pouco tenso, caímos na risada!

Piscina antes da limpeza!

 

Cau, o jardineiro

A convivência com o Cau foi uma das melhores que tive nessa viagem, trocávamos muitas ideias sobre qualquer assunto.

No total passei aquela e a próxima semana trabalhando com ele, quando ele voltou para finalizar os trabalhos para deixar a fazenda pronta para o carnaval. (Ele não morava na fazenda, e sim em BH com sua esposa e filhos, ia para lá de 3 a 4 vezes por semana fazer o serviço do jardim).

As conversas fluíam muito legal e iam desde jardinagem, histórias de vida, como funcionava o esquema de trabalhar em troca de hospedagem e a própria fazenda. Foi uma troca muito legal!

O Cau é um jardineiro muito competente e tratava a fazenda como se fosse dele. Vivíamos conversando sobre o que precisava fazer manutenção ou não por ali.

Cau mandando ver no jardim!

Ele também era um ótimo cozinheiro, fazia uma boa refeição com o que desse para ele. Fiquei sabendo depois que ele já fez parte do exército e aprendeu a cozinhar nos testes de sobrevivência. Então, realmente o que entregasse de mantimento para ele, um milagre era feito.

A rotina com ele era sempre assim: Café, trabalho, almoço, trabalho, jantar e depois tomar aquela cervejinha ouvindo música e jogando sinuca.

Passar os dias trabalhando e convivendo com o Cau foi um grande aprendizado. Nem digo muito na parte de jardinagem, porque foi por muito pouco tempo que ajudei ele, mas em questão de vida mesmo.

Como falei anteriormente, conversarmos de vários assuntos, eu queria muito saber como ele tinha chegado do norte até Minas, sua experiência no exército e como tinha se tornado jardineiro. Ele estava bem curioso em saber como eu cheguei até o Marco e a fazenda e ficou super interessado em saber como funcionam os esquemas de trabalho voluntário em troca de hospedagem.

Tive a oportunidade de trabalhar com ele até a véspera de carnaval, pois na semana seguinte ele não viria e depois eu é quem fui embora. Sou muito grato ao destino por ter tido essa convivência com ele logo no início do meu caminho.

Agora, quase 6 meses depois me vem a mente aquela história recente dos alunos do terceirão de um colégio que fizeram o dia “se nada der certo”, em que foram fantasiados de profissões que são taxadas como gente que não deu certo na vida. Uma atividade de muito mal gosto e totalmente preconceituosa.

Se aquela mulecada soubesse o quanto eu aprendi com o Cau, tanto em relação a cidadania, quanto em sabedoria. Com certeza foram momentos que me agregaram muito e me ajudaram a me moldar nos meus próximos passos da viagem.

Realmente tem coisas que nem os melhores colégios, nem as melhores faculdades podem ensinar, somente a vida mesmo! 

Eu e o Cau

Mantemos contato até hoje pelo Whatsapp e ainda estou devendo uma visita para ele em BH, para tomarmos uma e comer um tira gosto na garagem do prédio que ele mora, a qual transformou em uma área para receber os amigos.

 

Os cachorros

Durante os dias na Pousada da Lavra, além da companhia do Cau, seu Zé e José Augusto, eu também contava com a presença de muitos animais, desde galinhas da angola, gansos, os porcos no chiqueiro, alguns gatos e os cachorros, que naturalmente eram os que mais interagiam com a gente.

No total eram 7, dentre eles o Ruski, um pastor alemão bem velhinho e grande ladrão de comida (Não podia deixar nem panela em cima do fogão que ele roubava sem fazer nenhuma sujeira, parecia que era gente que tinha pegado mesmo… inacreditável, eu custei para entender que era ele quem roubava a comida toda vez que a gente esquecia as panelas em cima do fogão).

Os meus preferidos eram o Atila e a Diana, os dois labradores filhotes, duas pestes que só queriam saber de brincar e viviam aprontando! Toda vez que chegava perto deles era uma festa.

Lembro que uma das tarefas mais difíceis foi prendê-los no canil, devido ao movimento do carnaval. Os dois labradores foram os mais tranquilos de se fazer isso, era só pegar no colo e colocar lá, o Ruski também entrou na coleira sem nenhum problema!

Agora, todos os outros tive que levá-los até lá, atraindo-os com um pedaço de pão na mão ou, então, de carn. Tive que pedir ajuda para o Cau, pois eles já sabiam que iam ser presos, então escapavam assim que viam o caminho para o canil…

Ruski dentro da cozinha, provavelmente deu um jeito de entrar para roubar comida ¬¬
Diana tirando um cochilo!

 

Fim de semana atarefado

Na sexta-feira a noite eis que chegam na fazenda o Marco, o Welerson e o Diogo. Foram direto de BH, onde residem, passar o fim de semana.

O Marco era com quem eu mantinha contato, ele é um cara bem tranquilo e tem a fazenda como um belo refúgio e um lugar muito especial.

Conversamos bastante ao longo dos dias, sempre com uma cerveja na mão. Dentre os assuntos, sempre aparecia alguma história engraçada dos voluntários que apareciam pelo Workaway em experiências que ele dizia ter sido agradáveis e outras nem tanto.

O Welerson é o seu sócio, e também primo, tem um perfil totalmente diferente! Ligado no 220, tinha tudo gravado na cabeça sobre o que precisava ser feito naquele lugar imenso e toda hora surgia uma tarefa nova que lembrava que era preciso fazer.

O Diogo não era dono da fazenda, mas era o funcionário de confiança deles em outros negócios, tinha o canto dele por lá também. Um cara mais na dele e era também quem consertava tudo e resolvia qualquer pepino que surgia.

Durante aquela noite, conversamos um pouco, jantamos e como todos estavam bem cansados, resolvemos dormir cedo.

Área de descando na sede da fazenda

 

No outro dia cedo acompanhei eles em uma caminhada pela fazenda junto com o Cau, que estava mostrando todo serviço que fez. Durante essa manhã deu para ver o tamanho de toda a sua área, realmente era muito grande e eles tinham muitos planos legais para ela, tal como fazer um alambique.

Optei por passar o fim de semana por lá para conhecê-los melhor e ajudá-los no começo dos preparativos pré-carnaval, e assim, durante o feriado poderia tirar uma folga para ir a Ouro Preto.

O sábado e o domingo foram praticamente a mesma coisa. Acordava cedo, encontrava com eles que já estavam alimentando os animais, tomávamos café e já partíamos resolver alguma coisa que precisava ser feito, principalmente na área dos quartos, almoçava, descansava um pouco, retomava o trabalho a tarde e depois já era a hora do jantar.

O resto do dia passávamos conversando e aproveitando toda a paz daquele lugar.

Uma das coisas que mais gostava era da paisagem da janela do meu quarto, realmente era algo que me transmitia muita paz!

Um dos blocos de quarto de hóspedes da pousada
Vista da janela do quarto.

Chegou o domingo e eles foram embora, eu fiquei com uma listinha de coisas para fazer durante a semana para deixar tudo em ordem para o próximo fim de semana.

 

Pré-carnaval

A semana pré-carnaval foi bem corrida de trabalho, a minha prioridade era ir atrás das tarefas para deixar os quartos em ordem para a chegada dos hóspedes do feriado.

Dentre as coisas que fiz foi consertar um corrimão, trocar lâmpadas, trocar as cortinas dos banheiros, limpar os lustres, arrumar janelas e portas, limpar o teto de um quarto, dentre muitas outras coisas. Estava me sentindo o “Magaiver”.

Dei conta dessas atividades durante a semana e ainda ajudei o Cau no jardim nas últimas hora do expediente (eu trabalhava 5 horas por dia).

O fim do dia era super tranquilo, eu ficava curtindo toda aquele clima silencioso que só a roça pode proporcionar! Foi nessa semana que acho que fiz uma das melhores refeições com o Cau, pegamos uma carne muito boa que o Marco tinha feito no domingo, cortamos e fizemos um baita arroz carreteiro. Na real, quem fez foi o Cau eu só dei assistência.

Lembro que a conversa daquela noite foi massa, o Cau contou como foi seu teste de sobrevivência no exército, logo o seu Zé chegou e ficamos conversando até altas horas. Acho que já eram 11 da noite, no contexto da fazenda já era bem tarde.

No fim, eu até ensinei um pouco de cozinha também, em um dos tira gostos que fizemos, dei a ideia de usar a cachacinha dele para flambar a carne… o Cau ficou maravilhado com aquilo e falou que vai começar a usar de tal técnica!

No meio da semana a cerveja acabou e saímos comprar mais em Engenheiro Correia, foi bom para conhecer e entender como é a vida pacata por aquela região, lugar pequeno cheio de casinhas bem simples.

Durante aquela semana em específico, o José Augusto estava presente vários dias da semana na fazenda também, o motivo: estava sem aula! Não me recordo muito bem, mas acho que o motivo era porque a escola onde ele estudava, que era em outro distrito ali perto (Acho que era Lobo Leite ou então Santo Antonio do Leite), estava sem professor.

Uma pena saber disso, me peguei pensando sobre como anda a situação da educação básica no nosso país em alguns momentos…

 

Carnaval

Enfim, chegou a sexta-feira de carnaval e logo já deu para sentir a loucura do movimento que seria aquele fim de semana.

Logo pela manhã, chegaram as duas moças que iriam cuidar da limpeza e da cozinha da pousada. A Maria já é uma antiga funcionária, de muita confiança, e levou a Neusa, sua irmã, para ajudar.

A noite, o Marco e o Welerson chegaram com milhões de coisas. Ajudei a descarregar o carro e ajeitar as coisas no lugar, lá pela noite dei a assistência na chegada dos primeiros hóspedes.

O fim de semana se resumiu a ajudar com as demandas da pousada e descansar em alguns momentos de folga do dia. O almoço da Maria era delicioso, os caldos que ela fazia a noite também!

O Marco levou a sua mãe para passar o feriado conosco, que se não me engano já tem mais de 90 anos, foi uma companhia bem agradável, gostava de contar suas histórias, principalmente quando ganhou de presente dos filhos uma viagem para a Europa, que ela fez sozinha.

Dos hóspedes que fiz amizade me recordo de duas gurias do sul, uma de Rio Grande do Sul e outra de Curitiba que moram em BH e um casal carioca muito firmeza, o Ariel e a Amanda. Foram várias bate-papos, trocando ideia principalmente sobre viagens.

No mais choveu em boa parte dos dias e foi até bom curtir grande parte do feriado em um clima mais tranquilo.

 

Ouro Preto

No domingo de Carnaval, o Ariel e a Amanda me chamaram para ir para Ouro Preto com eles conhecer o Carnaval. Fizemos uma amizade muito bacana. Eles inclusive pediram para eu avisar quando passar pelo Rio, para fazer as trilhas que tem por lá. Pelo que me lembro, o Ariel já tinha feito a maioria delas.

Estava chuviscando de leve. Chegando em Ouro Preto já deu para ter uma noção do que encontraria nos próximos dias, quando de fato iria conhecer a cidade. Paramos o carro perto da região da rodoviária e descemos a pé até o centro histórico, mais especificamente na praça Tiradentes que era onde estava rolando a festa!

Descendo as ruas de Ouro Preto junto com o Ariel e a Amanda

Que carnaval! Bem democrático, com todos os tipos de público: família, jovem, gente da cidade e gente de fora! Fiquei um tempão tomando cerveja e só vendo os desfiles dos blocos que fazem uma festa sensacional caminhando pelas subidas e descidas da cidade!

Tem bloco de tudo quanto é tema: gente vestida de mulher, do pessoal mais velho, bloco para louvar Jesus e até o caricato bloco dos chifrudos. O desfile é bem saudável, todos blocos caminham ao mesmo tempo pelas ruas e sem confusão, um dando passagem para o outro até fazer a última apresentação no palco da praça!

Praça Tiradentes lotada!
Um dos blocos desfilando pelas ruas de Ouro Preto.

Logo que cheguei, tirei uma foto da praça lotada e postei no Instagram, foi coisa de 20 minutos e recebo um Whatsapp da Ju Mostardeiro.

Eu trabalhei junto com a Ju em Floripa e por coincidência ela estava passando o carnaval por lá. Logo ela apareceu e curtimos o carnaval juntos! Esse foi o primeiro encontro com amigos ou alguém que eu conheci no meio do caminho!

Eu e Ju em Ouro Preto

A noite foi chegando, a chuva apertando e lá pelas 23 horas nos movimentamos para voltar para a Pousada.

Acho que essa volta foi a primeira “aventura” da viagem, pegamos aquela estrada de terra, tudo estava escurto, com uma baita chuva. Na estrada Real, achar a bifurcação da entrada para a estradinha que leva a pousada não foi tão fácil e por algum motivo, já no caminho para a pousada, o carro deu uma leve atoladinha.

ão, próxima ao mirante.Eu e a Amanda saímos do carro, naquela chuva, ajudamos o Ariel a calçar os pneus, até que finalmente ele conseguiu tirá-lo dali. Foi barro para tudo quanto é lado, inclusive em todos nós.

Enfim, chegamos são e salvos na pousada e eu fui direto pro banho… entrei de roupa e tudo! Lembro até hoje o quanto foi engraçado tomar aquele banho de barro!

Por mais que tenha sido somente algumas horas, foi legal conhecer um dos carnavais mais conhecidos do Brasil e sair um pouco da roça!

 

Conhecendo a região

No último dia de carnaval o Marco me chamou para fazer um passeio pela região junto com alguns hóspedes. A primeira parada foi o mirante que ficava ali perto da fazenda. Fomos de carro até um pedaço e depois subimos a pé.

O legal é que a cada passo o Marco contava uma história diferente do lugar, que está muito ligada ao período da escravidão, extração de minério e pedras preciosas. Ele tem um conhecimento absurdo sobre o que acontecia por lá antigamente, era muito bom ouvir.

Além disso, outro lugar com uma vista é sensacional! Consegue-se ver toda a imensidão daquela paisagem que mistura a Mata Atlântica com o Cerrado.

Para variar, na volta tomamos uma banho de chuva! É bom para lavar a alma 😉

Vista da região, próxima ao mirante!
Vista do Mirante

 

Segunda parada: Engenheiro Correia. Demos uma volta por todo o distrito, até o Marco nos levar até a capela mais antiga da região, talvez o nome dela seja igreja são francisco, não me recordo (Na verdade, essa é a Igreja de São José).

Ela era muito bonita, uma pena não dar para entrar pois ela está toda deteriorada por dentro e já está aguardando a restauração faz um tempo.

A capela mais antiga da região de Engenheiro Correia

Pegamos um pouco mais de estrada de terra e chegamos até outra igreja, essa já é maior e também tem uma história ligada aos escravos. No caso, ali tinham algumas casas em que servia de abrigo para os que fugiam!

Muito legal ver como é a devoção do povo dali pela paróquia, o Marco contou um pouco do que eles fazem para ajudá-la e comentou também sobre a festa da paróquia que acontece por lá no mês de abril.

Casa que serviu de abrigo para muitos escravos antigamente.

Na volta para a pousada, lembro que paramos para dar carona para um cara que precisava voltar para Engenheiro Correia buscar umas peças para um carro quebrado no local que encontramos ali.

Na hora não me toquei, mas hoje, já com uma certa vivência de estrada, dou muito valor para carona que o Marco deu para o cara, ajudou muito é uma atitude muito louvável!

Voltamos para pousada, descansei e dormi… O carnaval estava chegando ao fim!

Aqueles dias passaram muito rápido, foram quase meus últimos na minha primeira experiência trabalhando como voluntário pelo Workaway.

A pousada da Lavra é um lugar muito aconchegante e com uma receptividade enorme, principalmente para quem se hospeda por lá. Para quem gosta de um lugar rústico e tranquilo, recomendo bastante!

Agora que você já sabe como foi minha primeira experiência de Work Exchange, dá uma olhada como foi a minha chegada até a Pousada da Lavra e fique à vontade para deixar seu comentário!

Matheus Boscariol

27 anos, mochileiro, dando um rolê pelo Brasil.

3 thoughts on “#3. Meu primeiro trabalho voluntário

  • 28 de August de 2017 at 10:14
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    Excelente, a igreja é a da São José, inclusive o ministério publico já autorizou a reforma, sendo que o DNIT JÁ AUTORIZOU A REFORMA DA ESTAÇÃO FERROVIARIA, E ESTAMOS AGUARDANDO A AUTORIZAÇÃO DA CÚRIA PARA PODERMOS FAZER A RESTAURAÇÃO DA MESMA.

    Reply
    • 28 de August de 2017 at 13:19
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      Oi Marco, obrigado por lembrar o nome da igreja! (Vou alterar no post)

      E que ótimas noticias hein! Depois quero ver como ficou pós restauração!

      Grande abraço.

      Reply
  • 3 de September de 2017 at 09:19
    Permalink

    Matheus e agradável ler o que você escreve onde passa o valor de viver coisas simples como trocar uma lampada conviver com animais ver a natureza os lugares onde posta fotos são lindos continue escrevendo saudades Mãe e Pai… Beijos

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