#33. Um sítio no meio do paraíso

Separei esse post para falar mais sobre lazer e diversão! Ou seja, as festas e os passeios que fiz em Jeri. Uma coisa que eu sempre comento, com quem me pede informações sobre a vila, é que a minha percepção sempre foi de que lá é um lugar muito democrático.

Ou seja, têm opções de lazer e descanso para todos os gostos e bolsos, desde o turista que quer aproveitar do conforto com a sua família, até o mochileiro que está em busca de novas aventuras, quer conhecer gente nova e aproveitar o lugar ao máximo…

Na prática é assim: se você está a fim de ficar só na praia é possível, se quiser descansar boa parte do tempo em uma rede também rola, se curte um movimento mais agitado, tem festa todo dia ou então, pode frequentar os bares na rua, dentre outras opções.

Para começar, então, quero apresentar as festas!

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#32. Plenitude

Agora que você já sabe como eu cheguei em Jeri e como foram os primeiros passos vivendo de hostel, vou tentar contar um pouco sobre como foi morar esses 3 meses nesse paraíso brasileiro.

Eu já falei isso antes, mas faço questão de reforçar: a minha impressão sobre Jericoacoara sempre foi de ser um lugar que recebe muito bem as pessoas que chegam para tentar a vida por lá.

Seja para trabalhar nos restaurantes e pousadas, voluntariando nos hostels, ou até mesmo para trabalhar na rua, cantando, vendendo artesanato, fazendo massagem, se virando…

Isso não quer dizer que todo esse caminho seja fácil, mas senti que esse acolhimento ajuda muito para que a adaptação seja a mais rápida possível, além de ser uma fonte de energia para enfrentar os desafios que vão surgindo naturalmente, principalmente nos primeiros dias.

Um dia tranquilo no paraíso…
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#31. Vivendo de hostel

Depois de percorrer o trajeto das dunas para chegar na vila de Jericoacoara, desci do carro, estava em frente a um depósito, o seu nome era “Vê Se tem” ou “V Se Tem”, não lembro. Ao lado da sua porta tem uma escada de madeira em formato de caracol, é o acesso para o andar de cima.

Era ali que ficava o Vida Backpacker Hostel. Subi as escadas e cheguei na recepção. Estava sem movimento algum, somente uma pessoa estava presente: um cara com um colete azul da PUC Campinas (aqueles que costumam ter em jogos universitários), sentado, atrás de uma mesa, mexendo em um computador.

Era o Felipe, outro viajante, também voluntariando no hostel, é apaixonado por fotografia. Ele cuidava da recepção e das reservas e do hostel no período da tarde. O nosso contato inicial foi bem formal, mal sabíamos que seríamos bons amigos em poucos dias.

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#30. Atravessando o portal [2]

Assim como Caraíva, Jericoacoara foi um lugar incrível que apareceu no meu caminho. Na verdade, eu mentalizei muito forte que esse destino chegasse algum dia. Tudo começou quando uma amiga me apresentou essa possibilidade, logo após eu contar que decidi largar o meu antigo trabalho para sair viajando pelo Brasil.

Eu costumo resumir esses 3 meses de viagem (e de vida) em uma única palavra: plenitude. Nesse tempo, eu vivi dias excelentes, estava realmente pleno, sem dúvida foi o grande clímax dessa jornada. Por isso, é mais um desafio conseguir descrever tudo isso. Vamos lá, vou tentar resumir tudo isso em alguns posts, começando pela chegada no paraíso.

De Pipa fui para Natal e depois Fortaleza, duas capitais que conheci só a rodoviária praticamente. Até queria conhecer São Miguel do Gostoso e Canoa Quebrada, mas Jeri me chamava. Algo me dizia que os próximos dias seriam incríveis, mesmo pulando esses destinos.

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