#27. Arraial do Amparo

Finalmente cheguei em Recife, mais uma capital brasileira desconhecida por mim até então. O cara que me deu carona desde Tamandaré ajudou a buscar informações sobre onde poderia pegar um ônibus até Olinda.

Alguns dias antes, a ideia inicial era ficar em Recife, mas recebi duas recomendações que me garantiram que estar em Olinda seria mais a minha cara, algo mais tranquilo e com boas opções de lazer, bem longe da babilônia que é a capital pernambucana. Resolvi confiar e não me arrependi.

Encontramos um ponto de ônibus, onde conheci o Seu Geraldo, um senhor que simpatizou comigo logo de cara, notou que eu estava viajando, ficava olhando para a minha mochila toda hora, já quis me passar todas as orientações possíveis sobre Recife desde aquele momento.

Quando o ônibus chegou, entramos. De repente, ele me falou que queria pagar a minha passagem. Não sei o que aconteceu comigo, mas eu não aceitei a gentileza daquele homem… vacilei feio!

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#26. Esqueci da Igreja

Depois de pegar 2 transportes saindo de Maragogi, coloquei os pés em mais um estado desconhecido por mim até aquele dia: Pernambuco, outra referência rica de cultura brasileira, estado onde está a terra do frevo e do maracatu, além de ter um dos carnavais mais famosos do país.

A cidade escolhida para iniciar essas descobertas foi a pacata e tranquila Tamandaré, que fica praticamente encostada na praia de Carneiros. Inclusive, é a opção mais barata ali da região, já que a maioria das acomodações em Carneiros possuem um custo alto pela localização, com o propósito de atender um público diferente dos mochileiros.

Caminhei até encontrar o único hostel da cidade, o Hostel 81, que está muito bem localizado, fica na orla da praia de Tamandaré.

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